Quarta-feira, 17 de Junho de 2026
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INTERNACIONAL

G7 Pede Cessar-Fogo no Líbano e Apoia Acordo de Paz entre EUA e Irã

Líderes internacionais endossam proposta de Donald Trump para encerrar hostilidades e garantir desarmamento do Hezbollah, em declaração conjunta emitida na cúpula de 17 de junho de 2026.

17/06/2026 às 14:57
3 min de leitura
G7 emite declaração conjunta pressionando Israel por cessar-fogo no Líbano

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Os países do G7 pediram um cessar-fogo imediato no Líbano nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026. A declaração conjunta, emitida durante a cúpula em Évian-les-Bains, França, apoia um abrangente acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. Este acordo busca incluir uma trégua nos conflitos entre a milícia xiita radical libanesa Hezbollah e Israel. Os líderes do G7 manifestaram apoio à proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar as hostilidades com Teerã.

Apoio do G7 ao Líbano e ao Acordo de Paz

O comunicado do G7 detalha a posição sobre o Líbano: “No Líbano, apoiamos, por meio de um cessar-fogo imediato e robusto, os esforços da liderança libanesa para alcançar o desarmamento do Hezbollah e o fim do monopólio das armas, e para proteger a integridade territorial e a soberania do Líbano com as garantias de segurança internacional adequadas”. A cúpula do grupo, realizada em Évian-les-Bains, na França, reforçou o alinhamento com a iniciativa de paz americana.

Em uma declaração divulgada durante a noite, os líderes classificaram o acordo como uma “oportunidade histórica para impedir que o Irã adquira qualquer arma nuclear e para lidar com as ameaças relacionadas às suas atividades regionais e balísticas”. Eles afirmaram estar “prontos para contribuir com a sua implementação”, embora nem a Casa Branca nem o Irã tenham divulgado o texto oficial do acordo. Para mais informações sobre as discussões da cúpula, veja G7 Celebra Paz no Oriente Médio e Amplia Pressão contra Rússia; IA em Debate.

Detalhes do Acordo Provisório e Sanções

Cópias vazadas de um acordo provisório indicam que o Irã tomará medidas imediatas para reabrir o Estreito de Ormuz após a assinatura e poderá vender seu petróleo sem restrições. Autoridades que conversaram com a Associated Press (AP) confirmam que o texto vazado corresponde, em linhas gerais, ao documento. O acordo deve ser formalmente assinado em uma cerimônia na Suíça na sexta-feira, 19 de junho de 2026. Ele estabelece que os EUA trabalharão para encerrar todas as sanções americanas e das Nações Unidas impostas a Teerã, caso um acordo final sobre o programa nuclear iraniano seja alcançado. Detalhes sobre o processo de paz estão disponíveis em Irã e EUA Fecham Acordo de Paz; Israel Condena e Negociações Nucleares Se Aproximam.

Declarações de Trump e Desafios

O presidente Donald Trump, no entanto, mantém o sigilo sobre o conteúdo exato do acordo. “Ninguém sabe o que é, mas é muito forte”, disse ele a repórteres. Ele acrescentou: “É um memorando de entendimento e, se eu não gostar, voltaremos a atirar neles, a lançar bombas.”

Apesar do apoio do G7, Trump ainda precisa convencer membros de seu próprio partido, que duvidam da eficácia do acordo para enfraquecer o programa nuclear do Irã. Ao mesmo tempo, ele enfrenta uma comunidade internacional ansiosa, que espera o cumprimento de sua promessa de reabrir e manter o Estreito de Ormuz aberto para o tráfego de petroleiros. Para mais informações sobre a postura do presidente, veja Trump Ameaça Irã com Retaliação Militar Apesar de Acordo de Paz.

Segurança Marítima e Estreito de Ormuz

Os líderes do G7 mencionaram uma missão marítima internacional liderada pela França e pelo Reino Unido. Esta missão “pode desempenhar um papel importante para facilitar a retomada do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, protegendo navios mercantes, tranquilizando os operadores de transporte marítimo comercial e apoiando a verificação de que todas as minas foram removidas”. Antes do conflito com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro de 2026, um quinto de todo o petróleo e gás natural comercializado passava pelo Estreito de Ormuz. O Irã efetivamente fechou este ponto de estrangulamento marítimo desde os primeiros dias da guerra.

O acordo também prevê o fim imediato de todos os combates no Líbano.

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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