Estados Unidos Retoma Ataques Contra Irã Após Trump Declarar Fim de Cessar-Fogo
Ofensiva militar ocorre em 8 de julho de 2026, com o presidente americano justificando as ações e Teerã prometendo retaliação.
Ofensiva militar ocorre em 8 de julho de 2026, com o presidente americano justificando as ações e Teerã prometendo retaliação.
Comando Central dos EUA retoma ofensiva; Guarda Revolucionária e Chancelaria iraniana divergem em tom.
Teerã denuncia morte de oito militares em ofensiva americana, enquanto Washington afirma que ataques iranianos não causaram vítimas. Acusações de violação de acordo marcam o fim da trégua.
Em Ancara, presidente americano detalha operação militar no Irã, aborda programa nuclear e discute a guerra na Ucrânia, reiterando que Teerã "nunca terá uma arma nuclear".
Presidente dos EUA fez declaração em Ancara, Turquia, nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026, antes de encontro com líder ucraniano.
UKMTO confirma incidente nesta terça-feira, 7 de julho; televisão estatal iraniana alega que embarcação ignorou alertas militares na região.
Embaixador iraniano detalha "novas disposições" para a via marítima estratégica, com tratamento preferencial para nações aliadas, após fim de período de gratuidade.
Negociador-chefe iraniano contradiz relatos de retomada iminente de diálogo sobre acordo de paz, mediado pelo Catar.
Teerã e Washington trocam acusações de violação de cessar-fogo assinado em 17 de junho, enquanto a região vive nova escalada de hostilidades.
Escalada de tensões no Oriente Médio ameaça cessar-fogo e negociações de paz.
Presidente Donald Trump ordenou retaliação contra infraestrutura militar iraniana depois que um drone atingiu o M/T Kiku perto do Estreito de Ormuz, alegando violação de cessar-fogo por Teerã.
Teerã classifica ataques americanos como "agressão flagrante"; Washington justifica ações como retaliação a drone iraniano contra navio mercante.
Escalada de tensão viola cessar-fogo no Oriente Médio; Washington e Teerã trocam acusações de agressão a navio mercante no Estreito de Ormuz.
Comando Central dos EUA (Centcom) confirma retaliação militar em 26 de junho de 2026, citando violação de cessar-fogo por Teerã.
Vice-presidente J.D. Vance destaca progresso em questões como Estreito de Ormuz e conflito Israel-Líbano; sanções ao petróleo iraniano são suspensas por 60 dias.
Diálogo de alto nível em 22 de junho de 2026 avança em mecanismos para o Líbano e Estreito de Ormuz, apesar de tensões por declarações de Trump.
Apesar de advertências do presidente americano e impasses sobre o Estreito de Ormuz, Teerã mantém equipe em diálogo crucial para o Oriente Médio.
Vice-presidente americano JD Vance lidera conversas para encerrar guerra no Oriente Médio, enquanto Teerã anuncia fechamento do estratégico Estreito de Ormuz.
Encontro mediado por Catar e Paquistão busca acordo para o Oriente Médio, mas tensões sobre o Estreito de Ormuz e conflitos no Líbano desafiam o início das conversas.
Vice-presidente dos EUA confirma viagem à Suíça para conversas de paz em meio a escalada de tensões no Oriente Médio.
Comando militar iraniano justifica medida como resposta a violação de acordo com os EUA e adverte para novas ações.
Encontro na Suíça visava implementar acordo de paz preliminar; impasses persistem sobre questão nuclear e Líbano.
Decisão ocorre após cúpula histórica entre Trump e Pezeshkian, mas futuro das negociações ampliadas na Suíça permanece em aberto.
Teerã anuncia responsabilidade compartilhada e compensação financeira, enquanto endurece o tom com Washington sobre programa nuclear e sanções.
Teerã se compromete a diluir urânio enriquecido em troca de financiamento e retomada de vendas de petróleo; pacto encerra operações militares e abre Estreito de Ormuz.
Líderes internacionais endossam proposta de Donald Trump para encerrar hostilidades e garantir desarmamento do Hezbollah, em declaração conjunta emitida na cúpula de 17 de junho de 2026.
Steven Cheung desmente texto divulgado pela CNN; Trump mantém sigilo sobre detalhes e ameaça retaliação.
Líderes do G7 aprovam acordo EUA-Irã, reforçam sanções à Rússia e discutem regulamentação de Inteligência Artificial em cúpula na França.
Agência aponta queda de 1,1 milhão de barris diários e recuo recorde nos estoques globais, apesar de acordo entre EUA e Irã.
Navios da National Iranian Tanker Company (NITC) cruzaram o Estreito de Ormuz com 3,8 milhões de barris de petróleo, marcando as primeiras exportações do Irã em dois meses; acordo de paz com os EUA será assinado em 19 de junho de 2026, mas ataques israelenses no Líbano geram incerteza.
Memorando de entendimento para cessar conflito no Oriente Médio será assinado em 19 de junho de 2026, reabrindo o Estreito de Ormuz. Israel critica iniciativa enquanto Washington e Teerã preparam novas rodadas de diálogo sobre programa nuclear.
Decisão ocorre durante cúpula do G7 na França, após acordo com Irã garantir fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.
Presidente dos EUA elogia mediação do Catar e aborda programa nuclear iraniano em reunião bilateral na França.
Assinado virtualmente na segunda-feira, pacto encerra meses de conflito, mas Irã cobrará taxas e Israel adverte: "a luta não acabou".
Primeiro-ministro israelense declara que "a luta não acabou" e defende ofensiva militar, apesar da assinatura do cessar-fogo e da reabertura do Estreito de Ormuz.
Presidente Donald Trump, Vice JD Vance e líder do Parlamento iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf formalizam pacto; Irã pode ter US$ 24 bilhões em ativos liberados e sanções de petróleo suspensas.
Decisão ocorre após acordo com os EUA; Washington expressa expectativa de trânsito livre.
Pactos preliminares visam encerrar hostilidades e abrir caminho para negociações sobre programa nuclear e sanções; divergências sobre Estreito de Ormuz persistem.
Presidente da Comissão Europeia destaca prioridade na implementação plena do pacto e discute tensões no Oriente Médio na Cúpula do G7 em 2026.
Presidente Donald Trump chega a Evian após anúncio histórico, enquanto Macron busca avançar em temas sensíveis, de IA a conflito ucraniano.
Casa Branca busca acelerar processo e pressionar Teerã por termos mais favoráveis; impasse persiste sobre programa nuclear e Estreito de Ormuz.
Washington exige destruição de urânio e abertura do Estreito de Ormuz; Teerã defende soberania e desbloqueio de ativos em meio a negociações estagnadas e confrontos recentes.
Há cerca de dois anos, Kevin Hassett, então diretor econômico da Casa Branca, delineava um cenário de alívio inflacionário e cortes de juros pelo Federal Reserve, impulsionado por um possível pacto nuclear e a reabertura do Estreito de Ormuz.
Presidente americano afirma que "tempo está a nosso favor" e condiciona fim de bloqueio ao Estreito de Ormuz a pacto final; questão nuclear será tratada em negociações futuras.
Catar e Turquia também atuam como mediadores em crises globais, fortalecendo sua influência diplomática. Presidente Trump discute detalhes finais de entendimento com o Irã.
Presidente dos EUA detalha memorando de entendimento com nove nações do Oriente Médio; anúncio oficial é aguardado.
Ações diplomáticas se intensificam em 23 de maio de 2026; Paquistão assume papel central nos diálogos estagnados.
Teerã confirma continuidade das trocas diplomáticas, mas mantém linha dura sobre sanções e reparação, enquanto Washington insiste em restrições nucleares.
Conselho de Segurança Nacional do Irã revela nova autoridade para gerir a rota vital, consolidando um bloqueio de fato implementado desde o início do conflito regional.
Presidente americano encerra cúpula de dois dias, celebrando avanços comerciais e promessa de apoio chinês no Estreito de Ormuz, mas enfrenta advertência sobre possível "conflito" por Taiwan.