EUA Intensificam Ataques Contra Irã; ONU Alerta para Consequências Catastróficas
Comando Central dos EUA anuncia nova ofensiva enquanto secretário-geral da ONU pede cessar-fogo e Irã justifica ações como autodefesa.
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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) confirmou neste domingo, 12 de julho de 2026, o início de novos ataques contra o Irã. A ofensiva visa degradar a capacidade de Teerã de atacar marinheiros civis e navios comerciais no Estreito de Ormuz. Em resposta à escalada, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, expressou grave preocupação e defendeu a interrupção das hostilidades. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, por sua vez, classificou os ataques iranianos a bases norte-americanas como “um exercício legítimo e legal de seu direito inerente à autodefesa sob o direito internacional”.
Escalada de Hostilidades e Apelos por Negociação
Os ataques americanos começaram a partir das 18h (horário de Brasília) de 12 de julho de 2026. Eles representam uma intensificação das ações militares na região.
António Guterres e Esmail Baghaei manifestaram-se na tarde de domingo (12) através da rede social X. Guterres alertou para os riscos de um conflito maior, afirmando que “um retorno a hostilidades em grande escala teria consequências catastróficas – para os povos da região, para a paz e a segurança internacionais e para a economia global”. O líder da ONU pediu que os dois países retomem as negociações.
Esmail Baghaei refutou a ideia de que o Irã é o agressor. Ele declarou que os recentes bombardeios são uma “continuação de um ato de agressão flagrante e não provocado iniciado em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel”.
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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