EUA Atacam Irã Pela Nona Noite Consecutiva; Centcom Detalha Alvos Estratégicos
Washington Reitera Abertura Diplomática Apesar da Escalada Militar na Região
Washington Reitera Abertura Diplomática Apesar da Escalada Militar na Região
Washington mira capacidades iranianas pela nona noite consecutiva; Teerã promete retaliação e lança drones contra bases americanas.
Bombardeios americanos atingem alvos iranianos em retaliação a mortes na Jordânia; Exército iraniano lança drones contra bases no Kuwait e Bahrein.
Bombardeios americanos visam degradar capacidade iraniana e punir Guardas Revolucionários; dois soldados morreram e um desapareceu em ataque de 18 de julho de 2026.
Centcom confirma baixas na Jordânia enquanto Irã ataca infraestruturas civis no Kuwait e ameaça retaliação.
Ministério da Saúde iraniano detalha vítimas; escalada ocorre apesar de memorando de entendimento assinado em junho de 2026.
Escalada de tensões marca o sétimo dia de operações militares, com relatos de ataques mútuos em diversas frentes no Oriente Médio em 17 de julho de 2026.
Bombardeios visaram infraestrutura utilizada por Teerã para ameaçar navegação no estreito estratégico. Presidente americano, Donald Trump, afirma que Irã busca negociações e que suas forças militares estão enfraquecidas.
Declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, ocorrem em meio a escalada de tensões com o Irã; Guarda Revolucionária Iraniana classifica falas como "arrogantes".
Comando Central dos EUA anuncia nova ofensiva enquanto secretário-geral da ONU pede cessar-fogo e Irã justifica ações como autodefesa.
Ações visam impedir ataques a embarcações civis; Teerã condena e acusa Washington de violar acordo de junho.
Terceira ofensiva americana da semana ocorre em 11 de julho de 2026, após Guarda Revolucionária atingir navio porta-contêineres GFS Galaxy.
Ação militar, encerrada em 9 de julho de 2026, atingiu cerca de 90 alvos estratégicos iranianos para proteger a navegação.
Ofensiva militar ocorre em 8 de julho de 2026, com o presidente americano justificando as ações e Teerã prometendo retaliação.
Comando Central dos EUA retoma ofensiva; Guarda Revolucionária e Chancelaria iraniana divergem em tom.
Presidente Donald Trump ordenou retaliação contra infraestrutura militar iraniana depois que um drone atingiu o M/T Kiku perto do Estreito de Ormuz, alegando violação de cessar-fogo por Teerã.
Teerã classifica ataques americanos como "agressão flagrante"; Washington justifica ações como retaliação a drone iraniano contra navio mercante.
Escalada de tensão viola cessar-fogo no Oriente Médio; Washington e Teerã trocam acusações de agressão a navio mercante no Estreito de Ormuz.
Comando Central dos EUA (Centcom) confirma retaliação militar em 26 de junho de 2026, citando violação de cessar-fogo por Teerã.
Ataque aéreo de 19 de junho neutralizou membro de alto escalão do grupo extremista no noroeste sírio.
Apesar de advertências do presidente americano e impasses sobre o Estreito de Ormuz, Teerã mantém equipe em diálogo crucial para o Oriente Médio.
Forças americanas afirmam ter desativado navios-tanque iranianos que tentavam violar bloqueio no Golfo, enquanto Teerã fala em "confrontos esporádicos" em meio a propostas de paz para encerrar o conflito.
Mídia iraniana alega míssil em embarcação da Marinha dos EUA, mas Comando Central americano nega; Emirados Árabes Unidos condenam ataque de drones a petroleiro.
Ataque a instalações de mísseis enfraqueceu o poder de fogo do Irã, segundo o Comando Central dos EUA.
CENTCOM investiga as causas do acidente com o KC-135; fogo hostil descartado inicialmente.
Trump exige remoção imediata das minas, alertando para consequências militares severas caso contrário.
Incidente eleva tensão no Golfo Pérsico em meio a ofensiva conjunta EUA-Israel contra o Irã.
Órgão afirma que forças americanas se defenderam com sucesso e que instalações militares não foram impactadas.