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INTERNACIONAL

China Rejeita Acusações de Trabalho Forçado; EUA Anunciam Novas Tarifas

Pequim classifica alegações como manipulação política; Washington propõe tarifa de 12,5% sobre importações, incluindo do Brasil.

03/06/2026 às 21:16
3 min de leitura
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning

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A China rejeitou oficialmente as acusações dos Estados Unidos sobre o uso de trabalho forçado em produtos exportados. O governo de Donald Trump anunciou a intenção de impor novas tarifas a dezenas de parceiros comerciais, incluindo o Brasil.

Um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) indica que China, Brasil e outros países não impediram a circulação de mercadorias produzidas sob condições abusivas. Esta falha justificaria uma tarifa adicional de 12,5% sobre os produtos. Esta medida se alinha a outras ações recentes, como a proposta da USTR de tarifa de 25% a produtos brasileiros após uma investigação de trabalho forçado. Os EUA já impuseram novas tarifas ao Brasil anteriormente pela mesma razão.

Pequim Nega Alegações

Pequim negou categoricamente as alegações. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, rejeitou as acusações. Ela afirmou que a questão serve para justificar novas restrições comerciais.

“Não existe trabalho forçado na China, e nos opomos a que isso seja usado como desculpa para manipulação política”, declarou a representante do governo chinês.

O governo chinês defende a resolução de divergências econômicas e comerciais por meio do diálogo e da cooperação. Pequim argumenta que medidas unilaterais e novas barreiras tarifárias prejudicam o comércio global. Uma escalada nas tensões comerciais não beneficia nenhuma das partes envolvidas, segundo as autoridades chinesas.

Contexto da Decisão

As novas acusações surgem poucos dias após o Presidente Trump retornar de uma visita oficial à China. Ele se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping, durante a viagem. Os líderes discutiram a ampliação do acesso de empresas americanas ao mercado chinês e o aumento dos investimentos chineses nos Estados Unidos. O encontro buscou fortalecer os laços econômicos entre as duas maiores economias do mundo.

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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