EUA Aplicam Tarifa de 25% a Produtos Brasileiros; Flávio Bolsonaro Atribui Medida a Lula
Governo Trump justifica sobretaxa por 'medidas injustas' brasileiras; pré-candidato à Presidência de 2026 responsabiliza gestão atual por crise comercial.
Governo Trump justifica sobretaxa por 'medidas injustas' brasileiras; pré-candidato à Presidência de 2026 responsabiliza gestão atual por crise comercial.
Medida norte-americana sob Seção 301 provoca resposta do governo brasileiro, que planeja programa de suporte e avalia lei de reciprocidade em meio a recordes de exportação.
Planalto classifica sobretaxa de 25% como "marco lastimável" e acusa atuação política na decisão norte-americana.
Medida anunciada em 15 de julho de 2026 segue recomendação de junho e aponta práticas comerciais desvantajosas para os EUA.
Pré-candidato à Presidência defendeu interesses brasileiros contra taxas propostas pelo USTR e abordou temas como corrupção e derrubada de posts em redes sociais.
Ministro Mauro Vieira formaliza objeção a relatório do USTR e pede suspensão de medidas comerciais contra produtos brasileiros.
Senador, pré-candidato à Presidência em 2026, rebateu acusação de "interesses estrangeiros" e propôs soluções ao governo americano.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva condena iniciativa do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, que solicitou a Donald Trump adiar tarifas para após as eleições de 2026, defendendo a soberania nacional.
Ministro Márcio Elias Rosa, do MDIC, destaca urgência em negociação para evitar tarifas dos EUA e critica politização do debate por figuras como filhos de Bolsonaro.
Senador do PL solicita que EUA não imponham tarifas de 25% e acusa governo de usar retaliação como vitória política interna; MDIC confirma diálogo contínuo com USTR sobre investigação da Seção 301.
Governo brasileiro se reúne com representante de comércio dos Estados Unidos após resposta formal do país à investigação da Seção 301.
Márcio Elias Rosa afirmou que visitas de parentes do ex-presidente à Casa Branca resultam em prejuízos para a economia brasileira.
Pré-candidato à Presidência defenderá empresas brasileiras em audiência pública do USTR em julho de 2026.
Vídeo oficial mostra ausência de interação entre líderes; governo brasileiro busca diálogo sobre tarifas e designação de facções como terroristas.
Pequim classifica alegações como manipulação política; Washington propõe tarifa de 12,5% sobre importações, incluindo do Brasil.
Medida do governo Donald Trump atinge 60 parceiros comerciais, mas isenta produtos-chave brasileiros como carne bovina e aviões.
É o segundo revés comercial em dois dias: Washington alega que o país não fiscaliza bens ligados à exploração laboral e aplica tarifas de 12,5%, somando-se a taxas de 25% propostas por políticas comerciais "irrazoáveis".
Decisão do STF que anulou provas da Odebrecht é citada como fator crucial para classificação de práticas anticorrupção brasileiras.
Relatório aponta irregularidades em comércio digital, etanol e desmatamento; consulta pública segue até 15 de julho de 2026.
Relatório da Casa Branca aponta supostas práticas protecionistas que afetam empresas americanas.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) enviou nesta segunda-feira (18) uma defesa ao United States Trade Representative (USTR) e pediu que o órgão reconsidere a investigação comercial aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. “O Brasil insta o USTR a reconsiderar a abertura desta investigação e a […]