Espriella suspende diálogos de paz e desmantela estruturas na Colômbia
Presidente eleito Abelardo de la Espriella anuncia fim de negociações com grupos armados ilegais e extinção de órgãos de paz a partir de sua posse em 7 de agosto de 2026.
Presidente eleito Abelardo de la Espriella anuncia fim de negociações com grupos armados ilegais e extinção de órgãos de paz a partir de sua posse em 7 de agosto de 2026.
Presidente esquerdista Gustavo Petro invoca a lei e a Constituição de 1991 para vetar a intenção do ultradireitista Abelardo De la Espriella de realizar a cerimônia em instalação militar.
Estados Unidos e doze nações emitem comunicado conjunto após eleição de Abelardo De la Espriella e acusações de fraude de Gustavo Petro.
Em ligação com Lula, presidente colombiano reafirma compromisso democrático antes da posse de novo líder em 7 de agosto de 2026.
Presidente Gustavo Petro rebateu nesta terça-feira, 7 de julho de 2026, alegações de golpe de Estado e criticou Abelardo de la Espriella por suposta ajuda estrangeira em sua eleição.
Em ligação, Petro pediu remoção da lista OFAC e expressou surpresa com desinformação de Trump sobre eleições colombianas de 2026.
Eleição do advogado Abelardo de la Espriella no último domingo consolida a influência de Washington e a ascensão de governos conservadores, enquanto a esquerda regional perde terreno e a solidariedade a Cuba se esvai.
Candidato de extrema direita derrota Iván Cepeda em disputa acirrada e promete guinada na política externa e de segurança.
Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda disputam a presidência; país inicia contagem dos votos neste domingo (21).
Eleitores colombianos escolhem entre Abelardo de la Espriella, de extrema direita, e Iván Cepeda, de esquerda, em eleição com implicações para o processo de paz e relações internacionais.
Eleitores escolhem entre Abelardo de la Espriella, da extrema direita, e Iván Cepeda, de esquerda, em meio a crescente onda de violência no país.
Ex-presidente dos EUA declarou apoio ao candidato de extrema direita antes do segundo turno contra Iván Cepeda, marcado para 21 de junho de 2026.
Órgão de controle afirma não haver provas para sustentar denúncias de Gustavo Petro e Iván Cepeda sobre o primeiro turno; apuração oficial prossegue.
Eleitores colombianos expressam otimismo e preocupação com a polarização política em meio à onda de violência no país.
Advogado direitista liderou o primeiro turno com 44% dos votos, enquanto o herdeiro político de Petro obteve 41%, confirmando embate entre propostas antagônicas.
Mais de 40 milhões de colombianos vão às urnas neste domingo (31/05/2026). Senador Ivan Cepeda e advogado Abelardo de la Espriella disputam liderança em pleito marcado por contexto de insegurança e pautas divergentes.
Bogotá denuncia que presidente equatoriano vinculou eliminação de tarifas a candidato oposicionista, desvirtuando obrigações da CAN.
Neste domingo, 31 de maio, 41 milhões de colombianos vão às urnas. Ivan Cepeda, da esquerda aliada a Petro, lidera as pesquisas, disputando com Paloma Valencia e Abelardo de La Espriella a chance de definir o futuro do país até 2030.
Dissidentes das Farc são responsabilizados por atentado no sudoeste do país, que intensifica o clima de terror a menos de um mês das eleições presidenciais.
Explosão no Cauca, atribuída a dissidentes das Farc, choca o país a um mês das eleições presidenciais, com a segurança no centro do debate após série de atentados.
Gustavo Petro acusa Daniel Noboa de difamação após declarações polêmicas sobre encontro com grupo político.
Líder opositora venezuelana reafirma apoio a Donald Trump por seu papel na crise venezuelana e critica Gustavo Petro por proposta envolvendo Delcy Rodríguez.
Encontro impulsionado por Brasil e Espanha debate desafios ao sistema democrático e busca alternativas em meio a tensões globais.
Gustavo Petro quer Pix na Colômbia e questiona eficácia de lista de sanções americanas contra o narcotráfico.
Investigações em Nova York, com apoio da DEA e DHS, reacendem debates sobre a relação de Petro com o crime organizado.
Presidente colombiano insiste em autoria equatoriana em explosões, gerando crise diplomática e pedidos de investigação.
Partido de Gustavo Petro conquista a maior bancada, acirrando a disputa com conservadores nas próximas eleições presidenciais.
Eleições legislativas medem força de aliados e oposição antes da crucial disputa presidencial de maio.