Líderes da Câmara se Reúnem para Debater Fim da Escala 6×1 e PL da Misoginia
Hugo Motta convocou encontro para esta terça-feira (16) com o objetivo de esclarecer pareceres e agilizar votações de propostas consideradas urgentes.
Hugo Motta convocou encontro para esta terça-feira (16) com o objetivo de esclarecer pareceres e agilizar votações de propostas consideradas urgentes.
Proposta de emenda à Constituição, protocolada pelo líder da oposição, visa criar modelo flexível de jornada e tem apoio de figuras políticas.
Líder do governo no Congresso projeta aprovação da proposta que extingue a escala 6x1 em até três semanas, com implementação prevista para setembro de 2026. A oposição busca alterações no texto.
Medida extingue escala 6×1, garante dois dias de descanso remunerado e estabelece transição para a nova carga horária de trabalho, sem redução salarial.
Deputado defende mais tempo para famílias e "sexo em paz"; proposta segue para o Senado
Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) se emocionou durante votação crucial da proposta que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais.
Deputados votam a favor da redução de 44 para 40 horas semanais e dois dias de folga, mantendo salários. Implementação gradual está prevista.
Proposta que reduz carga horária e amplia folgas semanais avança com 472 votos favoráveis; transição gradual está prevista.
Após aprovação histórica na Câmara dos Deputados, parlamentar do PSOL-SP destaca apelo popular como chave para superar resistências no Senado Federal.
Acordo sobre a PEC do fim da escala 6x1 estabelece implementação em duas fases, começando em 42 horas semanais e atingindo a meta de 40 horas em um ano.
Deputado Léo Prates apresenta relatório na Câmara dos Deputados para nova legislação trabalhista em 2026, garantindo duas folgas semanais e sem redução salarial.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, detalha cronograma para nova legislação e pontos inegociáveis, incluindo dois dias de folga e manutenção salarial.
Proposta de emenda constitucional prevê transição de dois anos e busca equilíbrio entre direitos trabalhistas e produtividade econômica em 2026.
Leitura do relatório da proposta foi adiada para ontem (25), enquanto presidente da Câmara assegura votação em plenário ainda nesta semana.
Presidente Paulo Skaf, da Fiesp, classifica proposta do governo como eleitoreira e articula mandado de segurança para 28 de abril de 2026.
Proposta avança para comissão especial, debatendo período de transição e compensações ao setor produtivo.
Proposta do fim da jornada de trabalho 6x1 gera debate acalorado entre parlamentares. PL evita posicionamento oficial, enquanto base governista demonstra apoio. Votação pode ocorrer em maio.